23 de nov de 2006

Coluna do meio


De lá do lado da Nações

Um passarinho me contou que das bandas de lá vem um petulância sem igual: por lá se diz que "esse governinho" não tem peito para mexer na pasta e que "o que aconteceu aqui é fichinha perto do que acontece lá" (no Palácio das Cerejeiras). Outras afirmações, no mínimo temerárias, são as de que "com o chefe ninguém mexe", "se precisar põe a boca no trombone" e "o chefe do chefe sabe de tudo". Complicado, né?



Eu tenho a força

O mesmo passarinho disse que o chefe de lá do lado da Nações alega que tem a força junto a seu chefe (chefe mór) pela necessidade desse último de ingressar no partido do primeiro, será que ele tem o controle do diretório local ou está correndo pedir apoio no diretório estadual?






Doença do sono

Parte da equipe do prefeito parece que foi acometida da doença do sono, só fazem bocejar e esperar a semana passar para, aí sim, viver intensamente. E torna-se um ciclo vicioso: de segunda a quinta estão naquela modorra de dar dó, de quinta até domingo cometem todo tipo de exagero. Quando acaba o mês tem pagamento. Quando acaba o ano tem 13º.. Logo mais tem aposentadoria.


Prazo de validade

Tem alguns membros da equipe do governo de Bauru que estão com os prazos de validade vencidos. Tem alguns que até já passaram do prazo, já estão fazendo hora extra. O problema do prefeito parece ser a falta de quadros. Por sua vontade já teria feito um rapa e começaria 2007 com equipe mais enxuta e melhor preparada.



O descontentamento

Da parte do prefeito para com sua equipe parece ser quase que generalizado. Corre à boca pequena que já chegou até a confidenciar que acha sua equipe pior que a do Nilson (nossas!). Parece mesmo que o que falta é articulação política. Fora o prefeito não há em sua equipe alguém que tenha preocupação maior que o próximo mês. Não há projeto, não há ousadia, só confusão. Vide as do lado da Nações.


Eu também

Sou filho de Deus. Vou correndo reservar mesa que a noite promete!


Noite gorda

Hoje é quinta! É noite de encontrar um monte de "servidores" pelos botecos. Todos enchem a cara e falam alto sem preocupação nenhuma com que os outros podem ouvir. Todos eles falam mal de algum governo. São todos íntimos de algum poderoso, que gostam de chamar pelo apelido para mostrar que a intimidade é grande mesmo. Pobres de nós que temos que aturá-los agora e suportar seu mau humor a partir de segunda.



Enquanto isso:
O que seria

Do funcionário público se não existisse álcool, boteco, tira gosto, mesa na calçada, bar com banheiro imundo, gritaria e copo sujo? O que seria deles se não houvesse feriados prolongados, finais de semana a partir da quinta? O que será dos pobrezinhos se passar a vigorar mesmo o ponto eletrônico?

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