27 de jan. de 2007

Los Compadres

Alguns bares de Bauru, freqüentados por pessoas de alto escalão, e de baixo calão, vão adotar esse selo de qualidade:



É o caso, por exemplo, do Los Compadres, onde o pessoal da Nações afoga as mágoas em agitados happy hours que começam ali pelas quatro e meia da tarde e muitas vezes varam a madrugada.

É o caso também, parece, do Amadeus, onde capas e malas pretas expõem suas belezas refestelados em cadeiras na calçada da fama.

Exatamente eles, que deviam fiscalizar, são os primeiros a encostar suas fofas nádegas bem na esquina, onde atrapalham os pobres pedestres que pagam os impostos que sustentam Bauru.

Por falar nisso, já perceberam que se trata de uma turma de bundudos?

Dizem que essa turminha agora só toma Skol. Antes tomavam Antártica, mas, no dia seguinte, sentiam uma estranha dorzinha que os incomodava na hora de sentar. Será que com a Skol parou de doer?

26 de jan. de 2007

Vai pelo mesmo caminho

Nosso prefeito abúlico agora deu para imitar o ex prefeito Nilson Costa.

Nilson, quando viu que a coisa ia para o buraco, apelou para seu homem de confiança e lançou o desconhecido Marsola.

O abúlico resolveu copiar, apostando suas fichas no cunhado de confiança, vai lançar o famoso Beiçola.

25 de jan. de 2007

Aeroporto de Bauru 3

Programa Nota 10

Tuba Ferreira entrevista Mario Bevilaqua e apresenta filme histórico da inauguração do aeroporto de bauru em 1945, quando acontece um acidente aéreo na frente das cameras. Parte 3






24 de jan. de 2007

Inês é viva!

Está comprovado: Inês Ferreira é viva! Matou a cobra e agora mostraram o pau.

O cunhado de confiança balangou o beiço de novo, deve ter feito beicinho de choro, e disse que não tem nada a dizer pois não conhecer o laudo. Que desculpa esfarrapada! Com laudo ou sem laudo, ele já devia ter dado sua versão há muito tempo. Sim, versão, pois não há quem acredite que vá dizer a verdade.

Inês está viva! E o cunhado de confiança está morto, moralmente morto.

O laudo técnico era somente para comprovar se a voz era dela mesma, e é. O cunhado de confiança, o boca mole, não precisava nem esperar o laudo para trazer a público sua versão. Já devia ter inventado logo uma desculpa, pedir o chapéu e voltar para a Câmara para se defender.

Mas não, ele não está nem aí com a batatinha. Que arda no prefeito abúlico, ele que se estrepe; o cunhado agarrou no cargo e não vai largar tão fácil. O homem parece que se apaixonou pelo poder! E o narcisista ainda mandou publicar matérias favoráveis à sua gestão no órgão que ganhou para brincar de administrador público.

Acho que bateu o desespero no boca mole, ele quer ser candidato a prefeito de qualquer forma. Talvez seja mesmo o momento certo: os políticos vão ficar de tal forma mal vistos depois dessa desastrosa administração abúlica que até ele, ou o secretário esquisito, ou outro qualquer, pode ter chance.

A agenda do boca mole é muito fácil de adivinhar: quer permanecer onde está para poder ficar em evidência, mesmo que tenha que pagar a "imprensa sem limites", e continuar longe da câmara, onde teria que enfrentar muitas feras. Prefere se esconder atrás do prefeito abúlico e deixar que este seja queimado o tempo todo; mata dois coelhos de uma só paulada: sai da fogueira e ajuda a torrar o prefeito.

O perna bamba nem disfarça, só dá ele! Vai, como se diz, até em aniversário de boneca. Parece aquela mulher da novela, que dizia: "Cada mergulho, um flash...". Só que os flashs que são apontados para ele têm custo, e não é pouco...

Mas ele vai ter que explicar quem são esses seus "amigos do peito", lembram dos amigos do Figueiredo? E como, e quanto, e porque pagam esses seus desejos malucos de aparecer na mídia.

Ao cunhado de confiança não basta ser boca mole, tem que parecer não sê-lo.

23 de jan. de 2007

Enquanto isso...

O prefeito abúlico arrumou uma maneira de preencher o tempo em que tem que permanecer acordado: está enxugando gelo. Arrumou uma toalhinha felpuda e passa o dia se divertindo com alguns assessores bem próximos.

Já uma outra parte de sua equipe aproveita para enxugar os copos de uísque.

No final de tudo vão ficar a enxugar as lágrimas.


Aí sim cunhado de confiança vai abrir a boca mole!

Aí sim vai balangar a beiçola e chorar como um bezerro desmamado!

O que será que vai fazer depois da derrota? Será que vai pendurar as chuteiras e escrever sua autobiografia? Será que enche uma A4? Frente e verso? Só se for em Verdana bold 16...

22 de jan. de 2007

Enrolando Lero

Esse papo de "enxugar a máquina" (veja no blog do Chinelo) está com cara daquelas coisas sempre anunciadas e nunca terminadas, parece mais uma dessas formas que os políticos inventam para mudar de assunto quando aquele que está na pauta da mídia importuna um pouco.

Em Bauru os assuntos são outros: buracos, galerias entupidas, queda na arrecadação para fazer frente aos problemas, e é desses que teríamos que falar. Esses e também outros, como os graves problemas com a equipe, parece que são assuntos que tiram o sono do prefeito abúlico.

E isso, em se tratando dele, é quase um crime, afinal tem que levantar às nove para chegar às onze no Palácio das Cerejeiras, e dizem que não tem conseguido dormir bem depois do almoço, pois tem tido que voltar para a prefeitura antes das quatro da tarde.

Não tivesse o prefeito tão cansado, ou fossem outros tempos, quando era mais jovem e mais cheio de ideologia e rigor ético, na época que herdou a prefeitura do saudoso Gasparini, falaria sim é dessa coisa vergonhosa que foi o lançamento do projeto do carnaval.

O senhor prefeito teria que vir a público é para esclarecer como é que foi que foram escolhidos os "parceiros" da Secretaria da Cultura e quais os critérios para permitir que se arrecade essa dinheirama num momento de crise da prefeitura e do município.

Deve explicar, ou pelo menos endossar, os nomes que ficaram responsáveis pela arrecadação. Deve aceitar uma proposta que li no blog da Maracutaia sobre o que ela chama de Projeto Caça Níqueis, que é a de propor uma audiência pública, para dar transparência a essa coisa esquisita que mais parece uma cartada do secretário esquisito.

Enquanto o senhor prefeito não der respostas aos problemas reais que todos percebemos e comentamos, vai permanecer "Enrolando o Lero" nessa surrada fantasia de "enxugar a máquina".

Será que ele não sabe que enxugar a máquina é como enxugar gelo? Enxugar gelo com uma toalhinha e não como faz parte de sua equipe que enxuga gelo todas as noites, gelo molhado com uísque.

Se não quiser enxugar gelo, o senhor prefeito deveria ficar mais atento às coisas que o cercam e dar um final no Febeabá (Festival de Besteiras que Assola Bauru) em que sua administração está se transformando.